[RP Aberta] Creating Protrusions

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[RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Flora Carter Mitchel em Dom Nov 12, 2017 5:30 pm




Creating Protrusions


Essa é uma RP ABERTA. Quaisquer players interessados em formar aliados, se divertir ou simplesmente postar por não ter nada para fazer, seja bem vindo -q

A RP passa-se em um barzinho qualquer no centro da cidade de Haunter Hills. O período é noturno, em torno das 21 horas e 40 minutos. O tempo encontra-se superficialmente frio, porém com a presença de estrelas no céu.  

valeu @ carol!



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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Lourenzo Chamber. McCain em Dom Nov 12, 2017 5:44 pm

What do they know of darkness?
Um dia de folga era o que meu corpo me pedi naquele momento, aquela noite poderia ser uma das mais longa cuidando da proteção da cidade ou simplesmente me divertindo em um lugar, mesmo assim a noite estava fria e eu com sempre parecia um bruxo arcano ou algo do gênero.

O bar parecia convidativo e sendo estaria me dando um momento de folga, relaxar e tomar alguma coisa era o que importava naquela noite sendo assim que me aproximava do barman presente abria um sorriso pedindo um Martíne.

Assim que o mesmo me entregou o copo me virava para observar o resto do bar juntamente com sua movimentação que parecia estar razoável naquele exato momento.
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Salem P. Sullivan em Dom Nov 12, 2017 6:13 pm








it's not about the power


S
alem ouvia incessantemente os violentos assobios do vento frio, deitado na sua cama de lençóis bege e cinzentos de aparência confortável. De olhos fechados e sorriso no rosto tentava relaxar finalmente após ter passado todo o dia a ajudar a mãe nas tarefas de casa já que esta, apesar de poder usar magia para facilitar as coisas, preferia fazer tudo fisicamente. O jovem não entendia o porquê desta escolha mas aceitava-a, afinal, não podia fazer nada acerca da opinião dela. Talvez o uso de magia a fizesse recordar dos tempos negros que passou ao lado do ex-marido. Os uivos do vento foram interrompidos pelo som de notificação do celular. Era um dos colegas de Salem, um conhecido da sua escola, que o convidava para ir ao bar beber café. Apesar de estar muito frio, como não tinha nada que fazer e estava à mercê do tédio, o jovem aceitou.

Após andar cinco minutos chegou finalmente ao seu destino. Ao abrir a porta sentiu um grande calor tocar-lhe na face, deixando as suas bochechas um pouco rosadas. Era um espaço bastante acolhedor com música ambiente e bem decorado. Olhou em redor mas reparou que o seu colega ainda não tinha chegado então decidiu andar até ao balcão para pedir uma bebida.
- "Boa noite, um capuccino com canela por favor." - disse, esboçando um leve sorriso para a pessoa.
Pegou na bebida e sentou-se numa das mesas ao canto do bar, rodeada de sofás.

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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Flora Carter Mitchel em Dom Nov 12, 2017 6:33 pm

The Projectionist.

A negatividade de um ser demoníaco noturno é que enquanto os humanos preparam-se para dormirem, os vampiros estão despertando.

Flora encontrava-se exatamente dessa forma. O hotel que havia se hospedado aos poucos eram apagados as luzes, enquanto o seu quarto se acendia. Alguns vampiros simplesmente passavam os dias acordados, longe da luz do sol, mas para Flora o mais interessante era “dormir”, mesmo que sua mente vagasse pelos seus pensamentos seculares.

Abandonou sua cama e abriu as grossas cortinas, as mesmas que haviam sido exigida por uma grave doença de pele. A noite estaria apenas começando afinal como sua primeira vez na cidade, aproveitaria para fazer o reconhecimento do lugar e então procurar vestígios de Jack. Caminhou até a porta e encontrou a bandeja de comidas, não comeria, mas precisava fingir-se como uma humana. Trouxe para dentro de seu quarto e deixou ali, enquanto seu corpo se dirigia ao closet mal organizado. As roupas precisariam ser escolhidas com perfeição, afinal a primeira impressão é que torna a identificação.

Escolhendo um vestido sedoso, porém comportado a vampira caminhou até a janela, penteando seus cabelos tingidos. Automaticamente seu pensamento seguiu para a sua família mortal, havia tempos que ela não os acompanhava de longe. Ignorando, calçou o seu sapato e colocou os brincos e cordão. Desceu ao térreo entregando a chave. – Não chegarei cedo. - E então deixando o hotel.

Caminhou pelas ruas de Hunter Hills e absorvendo todo o seu misticismo. Aquele lugar parecia antigo e tinha um ar tão presunçoso e imponente. Nem a velha França poderia ter tanta classe ao mesmo tempo perigo, afinal havia naquela cidade alguém peculiarmente perigoso. Um ser noturno que havia sido utilizado como arma militar, não limitando apenas a isso.

No primeiro instante aquele bar parecia apenas aquilo, um bar simples com humanos entediados com suas vidas. Flora enxergou naquele lugar uma possível refeição, afinal humanos desolados sempre haviam sido as suas presas prediletas. Adentrou ao bar abrindo as portas e sentindo o que poderia ser um conforto climático nos seus tempos humanos. Deslizou os sapatos, visualizando cada canto e pessoa. Observou o rapaz na mesa ao lado do balcão, tomando o que deveria ser café ou chá e o homem misterioso no bar salientado em sua bebida alcoólica. - Pour la gentillesse, um licor. – Pediu ao barman sem esboçar nenhum sorriso ou simpatia. Olhou para o homem ao seu lado e então para o garoto e pensou por algum minuto se eles poderiam ser uma potencial fonte de alimento naquela noite, e se, quais dos dois ela investiria. – Um tempo climático interessante essa cidade, não? – Deixou escapar todo o seu sotaque francês e dirigiu a pergunta aos dois, de forma que o mais receptivo poderia ganhar uma viagem grátis ao inferno através de seus caninos.      
 

   
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Freya Armstrong em Dom Nov 12, 2017 7:17 pm

The half angel
Mais uma noite... Mais uma noite de dança e pequenas apresentações para homens bêbados que pagavam dólares para ver belas mulheres e até ter algum tipo de divertimento com as mesmas. Aquela rotina errônea era o que me perseguia desde o dia em que havia decidido entrar para aquela maldita vida, mas de alguma forma vez ou outra acabava me divertindo assustando os poucos humanos que achavam minhas penas negras engraçadas, muitos até achavam que era um simples adereço, mas poucos eram aqueles que sabiam a verdade sobre min e por isso sempre dava risadas ao fim de cada noite "Como os seres humanos podem ser tão... patéticos às vezes".Os passos eram calmos, os saltos faziam um leve barulho contra o chão de pedra antigo, algo que já estava acostumada àquela altura da vida mundana que levava "Um bom local para descansar... onde..." Os olhos cansados fintavam as pessoas de forma calma, era tão natural reconhecer as auras das pessoas naquele local que vez ou outra me espantava quando notava algo "diferente".

"Um bar, claro... O que seria melhor que beber algo antes do trabalho" os passos suaves direcionavam-se até o estabelecimento. O vento calmo e frio daquele local ia de encontro com as pernas desnudas, causando um leve arrepio na pele clara, mas quanto ao corpo, o mesmo estava protegido por um sobretudo escuro com mangas longas —Um Martini duplo e com gelo, por favor — acabei falando com o rapaz mais próximo me sentando distante das outras pessoas. O suspiro escapou pelos lábios quando havia notado três auras um tanto diferentes naquele local "Ótimo, tudo que precisava para me animar um pouco"

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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Catriona Latharnach em Dom Nov 12, 2017 8:07 pm

darkest hour

As pesadas cortinas escuras que encobriam as janelas estão bem fechadas, vedando qualquer fonte de luz que possa penetrar em seu quarto por completo. Uma única lâmpada permanece acesa, um potente abajur com seu feixe luminoso apontado para a escrivaninha. Sentada na cadeira, os ombros ligeiramente curvados pela inclinação de seu corpo em direção dos livros abertos e das folhas em branco que rapidamente eram preenchidas por sua curva e apressada letra, você perdera a noção do tempo. Você havia se assegurado ao se hospedar ali que seu quarto não permitiria a entrada da luz solar, portanto ali, em seu mais novo santuário – ou seria esconderijo –, seja dia ou noite, a escuridão permanece a mesma. Sua pálida pele não é tocada pelo sol há um século e seu corpo não é mais como antes; mesmo depois de horas naquela mesma posição, você ainda está para sentir os sinais de cansaço e rigidez muscular.

Finalmente, quando se dá por satisfeita com o trabalho realizado, você para os movimentos de sua mão, pousando a caneta tinteiro ao lado da pilha de papeis, você suspira e desvia seus olhos do escrito para o pequeno relógio analógico a alguns centímetros de um dos livros na mesa. Vinte minutos para às dez horas. Você quase se reprime pelo deslize, por ter deixado que quase três horas desde o entardecer tenham se passado e, consequentemente, desperdiçado precioso tempo externo em suas atividades diurnas. Mas a imortalidade lhe tornou menos suscetível a realmente se importar com o passar dos dias quando o assunto era sua própria vida. Você se contenta em murmurar para si mesma sem real raiva – ”should’ve bought a bloody alarm” - , enquanto se levanta e, com leveza, veste-se de maneira mais apropriada para sair. Uma fina camisa azul-marinho de botões, um par de calças pretas que demarcam bem suas pernas e bunda e uma bota marrom escuro completam sua aparência, com a face livre de maquiagem e os cabelos amarrados em um coque mais severo que usual. Depois de décadas morando na Escócia e sua vida pós-morte como uma vampira, o frio da cidade não lhe afeta tanto.

Você caminha um tanto sem rumo pelas ruas da cidade, sua mente lhe falhando em sugerir um lugar específico para seu passeio. Afinal, você não está em Haunter Hills tempo o bastante para conhecer a área, saber quais lugares frequentar, os estabelecimentos que mais lhe agradam. Você vem seguindo um sistema de tentativas, visitando um local diferente a cada aventura noturna, para que aos poucos monte um mapa pessoal. Então, é com quase nenhuma ponderação que você adentra aquele bar, simplesmente atraída por sua fronte confortável, cruzando a porta e deixando seu olhar percorrer pelos outros fregueses, sua expressão cuidadosamente neutra e impassível. Ninguém realmente saltou a seus olhos naquele instante, porém você notou, com leve curiosidade, que o balcão do bar começava a encher. Talvez o bar não fosse tão entediante quanto parecia.

Em sua usual postura ereta, um hábito de sua educação do século anterior que demoraria para se perder, você vai até o banco vago mais próximo e no instante que o bartender olhou em sua direção, você fala, seu sotaque escocês notável.

— Whisky. Puro.
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Lourenzo Chamber. McCain em Dom Nov 12, 2017 11:34 pm

What do they know of darkness?
Assim que ouvi a voz da moça ao meu lado me mantive sério bebendo um gole de minha bebida. -Devo concordar com você! - Dizia a ela de modo ceco e arrogante como se a minha resposta naquele momento não fosse muito relevante.

Rapidamente me virava ao barman deixando que a capa que me dava um leve charme voar um pouco com a rapidez que virava logo em seguida me sentando cansado de ficar olhando o lugar um tanto quanto movimentado e em seguida terminada minha bêbiba.

-Então quem é você? - Minha pergunta foi a mais ceca o possível e ao mesmo tempo mais arrogante o possível como se nada daquilo importasse naquele exato momento e sendo assim uma pergunta fria quase sem emoção.
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Salem P. Sullivan em Seg Nov 13, 2017 1:26 pm








it's not about the power


A
entrada de uma mulher jovem de cabelos negros, estendidos sobre os ombros, despertou a atenção de Salem. Parecia ter uma aparência um tanto angelical com um toque de sedução. Apesar de o único sentimento possível que o jovem poderia sentir por qualquer mulher ser a amizade, sentiu alguma vontade de falar com ela por acha-la interessante, aliás, parecia que o colega não iria aparecer e não queria voltar ao estado tedioso em que estava antes de sair de casa. Talvez a noite se tornasse divertida.
Uma outra mulher, de cabelos loiros, dissera para o ar qualquer pergunta mas Salem limitou-se a abanar a cabeça em ar de concordância e a esboçar um leve sorriso, olhando-a nos olhos de relance. Voltou a sua atenção para o telemóvel, usando o polegar para guiar a aplicação e ver as novidades. Ser bruxo não implicava não ser um adolescente normal e ver o Instagram quando estava sozinho era regular.

Tirou então um maço de tabaco do bolso do casaco, puxando um cigarro e acendendo-o de seguida. Após inspirar todo aquele fumo levou a palhinha do frapuccino à boca e deu um grande golo. Entretanto olhou em redor  para averiguar se conhecia alguma das caras presentes no bar mas parecia que todos lhe eram estranhos. Fumou mais um pouco do cigarro e bateu a cinza no cinzeiro preto, em cima da mesa de madeira. Começar conversas não era o seu forte então esperava que, por qualquer razão, alguém se sentasse ao pé dele.

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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Flora Carter Mitchel em Seg Nov 13, 2017 7:30 pm

The Projectionist.

Avida de um vampiro nem sempre é dotada de verdades absolutas. As vezes tudo o que  se precisa fazer é exatamente aquilo que o outro deseja. – Obrigada. – Respondeu Flora ao receber seu copo contendo uma bebida azul. Fingiu levar aos lábios e logo após depositou sobre a bancada. Ela já havia visto cidades compostas de seres sobrenaturais quando visitou a África há décadas atrás e sempre havia aquele clima, silêncio e um incômodo onde ninguém podia confiar uns nos outros.

Flora encontrava-se pronta para respondeu ao senhor, quando a presença feminina surgiu. O seu olhar era excêntrico e ao mesmo antiquado. Alguém acostumada a cuidar de coleções antigas, sabe quando está de frente a uma peça rara. O seu andar e a postura invejável, incluindo a forma como se sentou. Esperava apenas que a vampíra tivesse percebido a sua presença assim como Flora havia a percebido. Ambas pareciam absortas á aquele lugar. Nem mesmo a jovem anterior parecia tanto indiferente aquele tempo. Será que ali havia uma reunião do sobrenatural e ninguém desconfiava. A morena de peles claras e cabelos longos era uma vampira sem sombras de dúvida, mas e quanto aos outros? Humanos ou simplesmente outra coisa? – Flora Carter, monsieur. – Estenderia a mão, mas as regras de etiqueta entre seres noturnos não envolvia contatos. O jovem adolescente havia acendido um cigarro, um hábito constantemente comum para os humanos daquele tempo. – Não achas tu jovem o suficiente para tal ato? – Perguntou ao rapaz, lançando olhares furtivos indiretamente para a vampira e a outra menina ao canto.

- Perdoe-me. – Retirou o copo da bancada e caminhou até sentar-se na mesa do jovem fumante. Alguns poderiam pensar que se tratava de uma mulher intrometida, mas ela havia feito aquilo inúmera vezes antes. Dizer algo e então pedir desculpas, era a forma como os humanos se sentia conectados uns aos outros. – Não quis parecer-me intrusa em suas ações. – Fitou o rapaz. – Flora Carter. – Apresentou-se. Fitou a vampira em outra mesa e então sorriu de forma a revelar quem era. - Sou forasteira nessa cidade, viajo a procura de um membro antigo de minha família. Alguém que perdi contato durante alguns anos atrás.      
     
 

   
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Catriona Latharnach em Qua Nov 22, 2017 6:56 pm

darkest hour

Enquanto aguardava por sua bebida, você olhou discretamente ao redor, examinando os rostos e posturas dos outros fregueses do bar. Um velho hábito nascido da desconfiança, mas que mais de uma vez havia lhe sido útil. Sentindo um olhar sobre si, você gira levemente o rosto até que seus olhos azuis encontrem um par de olhos ainda mais claros que o seu, que parecem brilhar com algo que você não consegue identificar. Não é necessário muito para que um reconhecimento mútuo se instaure entre vocês duas. Uma colega vampira. Mais que interessante. O canto de sua boca se ergue num breve sorriso e você desvia seu olhar momentaneamente para o bartender, que desliza o copo com whisky para você.

Você segura o copo com leveza em sua mão direita e ergue-o até seus lábios, dando um leve gole. Você não precisa de alimento ou de bebida e álcool não lhe afeta mais da mesma maneira, porém o leve ardor em sua garganta lhe traz lembranças de sua antiga vida e, por uma razão ou outra, você sente-se nostálgica naquela noite.

A conversa entre as criaturas - por um momento, você se pergunta se as duas são os únicos seres sobrenaturais presentes, antes de decidir que você não se importa nem um pouco com a resposta - é completamente audível, e você a escuta, embora ostente uma expressão entediada e desinteressada. Você retorna seu olhar para a loira, seu olhar passando pelo homem sentado no balcão que engajava a vampira em um diálogo, até encontrar novamente os olhos dela sobre si, desta vez acompanhados de um sorriso onde suas presas estão à mostra. Contraindo seus lábios levemente, você gira em seu banco, até ficar com sua frente voltada para a vampira.

Num ato impensado de sua parte, você se levanta, o whisky ainda em sua mão, e se aproxima do rapaz e da loira. "Flora Carter", você repete para si mesma, "considerando o que nós somos, quão indelicado seria questinar sua idade?" O pensamento lhe faz sorrir com os lábios pálidos fechados, enquanto seus olhos vão da vampira para o rapaz, uma sobrancelha erguida num gesto de seriedade.

— De fato, és muito jovem para tal coisa. Ou desejas destruir teus pulmões antes mesmo de chegar à meia idade? — Apesar de suas palavras serem duras, seu tom era suave, quase maternal e seu olhar era curioso, mas não ameaçador. Você logo tomou um dos pequenos acentos acolchoados próximo à mesa, cruzando suas pernas ao sentar-se, encarando a vampira com os olhos brilhando em curiosidade. — Sinto em dizer que, assim como você, sou estranha a essas terras. Nenhuma ajuda posso oferecer-lhe. Mas se me permite a pergunta, srta. Flora Carter, procuras este teu... Membro antigo da família por razões louváveis ou por interesses mais... Obscuros?

OBS:
Como a Freya não postou nesses últimos 9 dias, tomei a liberdade de pular a vez dela nesse turno. Se ela aparecer, podemos retornar a ordem de postagem original.
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Lourenzo Chamber. McCain em Qui Nov 23, 2017 2:07 pm



O sorri em meu rosto era visível assim que as vozes naquele lugar estavam começando a tomar o lugar. -Elas tem razão isso pode fazer mal pra você. - Dizia logo em seguida me aproximando de Flora. -Me desculpe estou meio que de mal humor, meu nome é Lourenzo, mas as pessoas me chamam de Lou.

Tentava ser gentil naquele momento e assim que terminei de ouvir as palavras da outra vampira ao meu lado dava outro sorriso. -Eu vivo aqui faz um tempo, se quiser ajuda a achar esse membro que procura eu posso ajuda. - Dizia logo esperando que mais alguém se pronunciasse.
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Re: [RP Aberta] Creating Protrusions

Mensagem por Salem P. Sullivan em Sab Dez 02, 2017 3:48 pm

@Salem P. Sullivan escreveu:







it's not about the power


O
jovem olhou fixamente para a mulher loira que dissera algo que ele não ouvia há muito. Deixou escapar uma leve gargalhada ao ouvir as palavras da outra mulher, que parecia ter chegado momentos depois dele, olhando depois para ela. Preparava-se para lhes responder mas foi interrompido por um homem de aspeto estranho. Quem é que, em pleno século 21, usaria uma capa? Não era seu costume julgar os outros fisicamente mas a fatiota do homem era demasiado descontextual. Aparentemente era ofensivo para os adultos ver um adolescente fumar, mesmo que eles não tivessem nada a ver com a vida dele. Mas estava habituado a ouvir tais "conselhos", aliás o único sentimento que lhe era possível sentir quando tal acontecia era indiferença. O seu temperamento calmo servia-lhe de grande ajuda nestas situações, preferia prever o que as pessoas quereriam ouvir ao dizer tais coisas e responder de acordo com essa previsão já que criar drama e desacatos não fazia parte de si.
- "Sim." - respondeu, virando o olhar novamente para a loira - "E quanto a isso, seria um sonho" - disse sarcasticamente, virando a sua atenção para a morena e esboçando um pequeno sorriso.

Pegou no celular e pressionou o botão de desbloqueio mas parecia não ter qualquer notificação. A sua atenção estava dispersa do ambiente em seu redor então o pedido de desculpas da mulher loira passou-lhe completamente ao lado. Viu então que essa mesma mulher se sentara na sua mesa e lhe dissera algumas outras palavras. Arqueou a sobrancelha esquerda ao ouvi-la, talvez tivesse pensado que o que lhe dissera por alguma razão o tinha afetado?
- "Ora essa, sem problemas. Salem Sullivan." - proferiu, olhando-a nos olhos - "Eu nasci aqui mas não me pergunte se vi tal pessoa, não costumo reparar em quem passa por mim na rua. Seria mais fácil ele me conhecer que eu o conhecer a ele."
Aparentemente haviam muitos forasteiros na cidade, seria esta a época baixa das pousadas e hotéis? Era comum verem-se mais turistas quando os preços dos alojamentos desciam.
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